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Microsoft Azure para IaaS e PaaS

Por Ana Beatriz Ferreira

Utilizada por 57% das empresas pertencentes ao ranking Fortune 500, de acordo com informações da Microsoft Brasil, a plataforma Azure tem se destacado no mercado de computação em nuvem em decorrência das vantagens que apresenta, entre elas, a liderança tanto em modelos IaaS quanto em PaaS.

IaaS (Infrastructure as a Service ou Infraestrutura como um Serviço, em português) é um gênero de cloud computing que permite a utilização de servidores virtuais e a obtenção de recursos. Dito de outro modo, a partir do momento em que pode ser adquirida como um serviço, o valor de sua contratação é equivalente ao consumo da empresa, o que proporciona uma adequação ao momento comercial vivido e às ações específicas que fazem uso da nuvem.

Subdivida em três tipos de nuvem, pública, privada e híbrida, uma IaaS permite acesso e monitoramento de dados. Entre seus exemplos de utilização, pode-se citar um cloud server gerenciado pelo cliente.

PaaS (Platform as a Service ou Plataforma como um Serviço, em português), por outro lado, ao empregar uma plataforma, como um banco de dados, viabiliza que os usuários construam seus próprios softwares, hospedem-no e o administrem. Neste sentido, PaaS dá às empresas a liberdade de serem desenvolvedoras. Assim, as equipes passam a ser mais colaborativas, num ambiente em que diversos profissionais podem fazer ajustes e edições.

Mais adaptáveis às necessidades empresariais específicas, de acordo com as características desta e o momento vivido em relação a novos investimentos e contenção de gastos, beneficiam companhias ao reduzir a complexidade da codificação necessária e ao facilitar a migração para modelos híbridos. Em Microsoft Azure, o conceito mais ligado ao PaaS é o de aprendizado de máquina.