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Integração de CRM, computação em nuvem e setor financeiro

Por Ana Beatriz Ferreira

Antes do surgimento das técnicas de CRM, vendedores e trabalhadores do setor financeiro conheciam todos os seus clientes por nome. Eles podiam manter manualmente o controle das informações sobre as transações realizadas e, apenas ao olhar para os consumidores, lembravam-se de suas especificidades comerciais. Existia, naqueles tempos, uma relação mais pessoal, que permitia a bancos realizarem suas vendas com clientes muito receptivos. Atualmente, em diversos setores do mercado, a necessidade de personalizar se mantém. As dinâmicas, entretanto, são completamente distintas.

Durante a década de 70, com o início da informática e da popularização de computadores, bancos e corporações aprenderam rapidamente a converter as operações não apenas para incorporar centenas de clientes, mas milhares ou até mesmo milhões deles. A negociação olho a olho foi substituída por números abrigados em softwares. A personalização ficou perdida em meio a uma verdadeira selva digital.

No início deste século, com a segunda onda de CRM, considerando-se que os negócios antigos tenham sido a primeira, empresários voltaram a se alarmar com as necessidades do mercado consumidor. Com informações básicas, passou-se a dar importância novamente ao feedback e a uma forma refinada de atendimento.

Nos últimos 10 anos, enfim, o advento da automação e da análise de dados providenciou um avanço significativo no que diz respeito à Gestão de Relacionamento com o Cliente. Com técnicas de inbound marketing e geração de campanhas para e-mails, redes, sites e diversas outras plataformas, muitas empresas acabaram tornando suas táticas enfadonhas e, do ponto de vista dos clientes, virais.

Apenas com a quarta onda de CRM, enfim, a necessidade de compreender e de assimilar o espaço e a presença omnichannel se fizeram destaques. Com web, dispositivos móveis, mídias sociais e todos os canais pelos quais as pessoas têm a oportunidade de participar dos negócios, definir boas táticas de serviço, atendimento e produção de conteúdo proporcionam ganhos às corporações. Compreender e usufruir da tecnologia, nestes casos, é extremamente benéfico. Não à toa que tem se falado cada vez mais a respeito de computação em nuvem.

De acordo com estudos da Boston Consulting Group publicados recentemente, segmentos líderes em tecnologia que optam pela cloud apresentam taxas de crescimento em receita 15% maior do que aqueles que demoram a adotá-la. Neste novo ano, para se destacar com seus clientes, que tal considerar este empreendimento?

A respeito do tema, veja mais sobre Microsoft Azure:
https://azure.microsoft.com/pt-br/get-started/